terça-feira, 27 de setembro de 2011

Fórum Nacional debate a reformulação da legislação de defesa civil

Maceió (AL) – O 8º Fórum Nacional de Defesa Civil, que acontece em Maceió, capital de Alagoas, dedicou um dos painéis da manhã desta sexta-feira (23/09), à proposta de reformulação da legislação brasileira de defesa civil. Falaram sobre o tema o deputado federal Glauber Braga (PSB/RJ), que é relator da Comissão Especial de Prevenção a Catástrofes da Câmara e a chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Defesa Civil, Cristiane Antunes.

O debate foi em torno da proposta de marco legal contendo os principais pontos da legislação que está sendo revista e reformulada. Segundo Cristiane “a lei ainda está em fase de consolidação e todas as sugestões e propostas estão sendo analisadas. Este é o momento para que possamos discutir as idéias que surgiram” afirmou ela.

Para o deputado Glauber Braga não é possível ter uma visão condicionada do tema, de que não é possível ter uma alteração, ou que as coisas não podem ser modificadas. “Temos uma grande tarefa, que é a de levar essa mensagem para quem não esta no dia a dia, atuando na pratica, disponibilizando essas informações. E mais ainda, coordenar uma política de defesa e de proteção, sem um condicionamento único de que nada pode ser feito”.

Entre os principais assuntos colocados em pauta estão: novo paradigma com foco na proteção civil; alinhamento com a terminologia da estratégia internacional adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU), na qual a redução de desastres ocorrerá pelo conjunto de ações que envolvam prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação.



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Fórum de Defesa Civil: Palestra mostra as funcionalidades do Cartão de Pagamento de Defesa Civil


Maceió (AL) Participantes do VIII Fórum Nacional de Defesa Civil aprenderam na tarde de ontem (22/9) como o Cartão de Pagamento de Defesa Civil (CPDC) será empregado. Durante a palestra, ministrada pelo diretor do departamento de articulação e gestão (DAG) da Sedec, Cristiano Heckert; pelo assessor pleno do Banco do Brasil, Mário Svendsen, e pelo coordenador-geral da Controladoria Geral da União (CGU), Luiz Cláudio de Freitas, foi distribuída uma cartilha aos presentes com instruções e informações sobre o cartão.
De acordo com Heckert, entre os benefícios de utilização do CPDC estão o melhor controle das despesas; segurança e transparência; identificação do portador como servidor do governo Estadual ou municipal e central de atendimento 24 horas. Ele destacou ainda que se comparado há anos anteriores, os recursos disponibilizados atualmente chegam de forma muito mais rápida. “Com essa nova sistemática os recursos de socorro e assistência para o atendimento imediato da população e o restabelecimento da normalidade local são disponibilizados com mais agilidade”.

O cartão poderá ser utilizado na aquisição de material, inclusive por meio da internet, e contratação de serviços destinados a ações de defesa civil. É vedado saque em espécie, compras parceladas e uso fora do Brasil. Além disso, o cartão não aceita parcelamento de compras.
O CPDC foi lançado pela Secretaria Nacional de Defesa Civil em 31 de agosto e é empregado no pagamento de despesas realizadas pelo ente (estado/município), ou entidade beneficiária, utilizando recursos transferidos pelo Ministério da Integração Nacional para ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais em localidades atingidas por desastres e que estejam com situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pela Sedec.

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Defesa Civil investe em prevenção


Maceió (AL) – A criação de um cartão de pagamento, simulados, modernização de um novo centro de gerenciamento de desastres e obras de contenção. Estas são algumas das ações que mostram a nova postura da Defesa Civil Nacional: a da prevenção.

“É importante que se mude a cultura do brasileiro, ou seja, investir em ações de prevenção, e não apenas, cuidar das pessoas após a ocorrência dos desastres.” Palavras do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, no segundo dia do VIII Fórum Nacional de Defesa Civil, realizado no Centro de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió.

“O espaço para discussão é uma boa oportunidade de trocas de experiências e informações”, acrescentou ministro, segundo o qual os governos (federal, estaduais e municipais) devem realizar atitudes mais concretas. “O objetivo é que se possa contabilizar ou minimizar os prejuízos materiais e, sobretudo, evitar a perda de vidas nos desastres naturais”.

Para uma platéia de cerca de mil pessoas – em sua maioria formada por profissionais da defesa civil de 24 estados – o ministro Fernando Bezerra Coelho ainda destacou as principais medidas para melhorar e qualificar os trabalhos desenvolvidos, como o Cartão de Pagamento de Defesa Civil, a criação do novo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), implantação do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemadem), em Cachoeira Paulista, e construção de barragens em Alagoas.

No encontro, o governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho, reafirmou a importância das defesas civis e agradeceu as defesas civis de todos os estados que ajudaram nas enchentes ocorridas em junho do ano passado em Alagoas. “Agradeço a agilidade das ações das defesas civis, o apoio nas ações solidárias, na organização diante daquela situação caótica e, principalmente, na prestação de socorro às vitimas e na ajuda humanitária”, afirmou Vilela.

Estados trocam experiência em defesa civil


Maceió (AL) – As experiências em defesa civil no Rio de janeiro, Santa Catarina e em Prenambuco foram apresentadas nesta sexta-feira (23/09), no VIII Fórum Nacional de Defesa Civil. As exposições da mesa foram coordenadas pelo Secretário Municipal de Defesa Civil de Blumenau (SC), José Egídio de Borba.
Na palestra, o secretário da Casa Militar do Estado de Pernambuco, Mário Cavalcanti de Albuquerque, abordou o desastre ocorrido em junho de 2010 em Pernambuco, cuja enchente afetou mais de mil pessoas. Em sua apresentação o coronel exibiu o Plano de Contingência e as operações de reconstrução realizadas pelo Governo Estadual.
Segundo ele, a instalação do Gabinete de Crise, perto do Governador Estadual, no Palácio do Campo das Princesas, foi essencial para a eficiência das ações. “No Gabinete, foram instaladas 15 Secretarias Estaduais e isso garantiu agilidade na execução das ações, às vezes, a prestação de socorro foi imediata”, afirmou Cavalcanti. Também foram instalados 22 escritórios locais do Governo Estadual nos municípios atingidos e 170 servidores foram disponibilizados para o apoio aos escritórios.
Outro ponto abordado pelo Secretário foi a construção do Plano de Ação, que agrega um conjunto de 1.500 ações integradas, dentre elas, estão a assistência humanitária, emissão de 200 mil documentos, entrega de abrigos emergenciais, antecipação da Bolsa Família, antecipação do 13º salário e postergação de taxas de pagamentos, criação da sala de monitoramento hidrométrico. Na área de infraestrutura estão construções de 102 escolas, quarto hospitais municipais, elaboração de projetos urbanísticos para reocupação e reconstrução integral da cidade Água Preta.
VoluntariadoAs experiências do Rio de Janeiro foram mostradas na exposição do diretor da Secretaria Estadual de Defesa Civil, Marcos Almeida, que falou sobre a necessidade de promover a mudança cultural, no que diz respeito à relação governo-comunidade, mediante reflexões e ações efetivas de parceria no tocante ao aspecto da segurança e qualidade de vida.
De acordo com o diretor, o objetivo da Política Nacional de Defesa Civil “é implementar programas de mudança cultural e de treinamento de voluntários, para engajar as comunidades participativas, informadas, preparadas e cônscias de seus direitos e deveres relativos à segurança comunitária contra desastre”.
Durante a apresentação também foram exibidos vídeos sobre o desastre ocorrido em janeiro deste ano na Região Serrana do Rio de Janeiro e reportagens jornalísticas sobre a importância do uso do Sistema d Alerta e Alarme Comunitário para chuvas fortes.
E concluiu seu tema afirmando que “não podemos impedir que chova, mas podemos trabalhar de tal maneira que, se chover, não haja mortes”.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Brasília tem previsão de dias quentes e secos até o fim de semana



 (Ed Alves / Esp. CB / D.A Press)

Brasília mantém a possibilidade de chuva para este fim de semana, principalmente no domingo. Apesar da tendência, a umidade ainda é baixa nesta quarta-feira (21/9). A massa de ar que está sobre o centro-oeste deve continuar forte até sexta-feira, derrubando ainda mais a umidade relativa do ar.

Hoje o dia será claro à parcialmente nublado com névoa seca. A temperatura mínima foi de 15ºC, por volta de 5h, a máxima deverá atingir 28ºC, por volta de 15h30. Os índices de umidade ficarão entre 50% e 15%.

As temperaturas deverão subir até o fim da semana. A massa de ar frio que estava no sudeste perdeu forças e já não influencia mais a temperatura no centro do país. Outras massas de ar frio atingem a região sul nesta semana, mas não chegam a interferir no clima do Distrito Federal.

Correio Web.